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Você já reparou como, às vezes, uma palavra simples pode te desestabilizar? Basta alguém dizer “você é muito sensível” e, de repente, o corpo dispara: o coração acelera, a raiva aparece, a vontade de chorar vem sem aviso. Esses são os gatilhos emocionais — reações automáticas que parecem maiores do que a situação em si.
O curioso é que a ciência mostra que esses gatilhos acontecem em frações de segundo: pesquisas em Terapia Cognitivo-Comportamental revelam que pensamentos automáticos podem ser ativados em menos de 1 segundo, antes mesmo de termos consciência deles. É como se a mente “apertasse um botão escondido” e o corpo respondesse sozinho.
Entender esse processo não significa ser fraco ou “sensível demais” — significa que existe uma memória emocional sendo tocada. E quanto mais consciência você tiver sobre esses gatilhos, mais fácil será acolher o que sente e escolher como reagir.
São reações intensas e automáticas diante de situações que tocam feridas emocionais não resolvidas.
É como se o corpo e a mente reagissem a algo muito maior do que o momento atual.
pode ativar abandono
pode ativar rejeição
pode ativar traumas antigos
Você está discutindo algo simples com alguém e, de repente, ouve:
“Nossa, você é muito sensível.”
E então, você se fecha, sente raiva, vontade de chorar e mal consegue continuar a conversa.
Isso não é exagero. É um gatilho real ativado por algo que tocou uma dor profunda.
Essa técnica nos mostra que ao nos distanciar o suficiente do problema podemos analisar com mais precisão se de fato o problema é do tamanho que idealizamos.
Nomeie: “Isso ativou algo em mim.”
Quanto mais consciência, menos impulsividade.
Respiração profunda ativa o sistema nervoso parassimpático e acalma a reatividade.
Terapia, escrita emocional e autoconsciência ajudam a curar a ferida, e não só lidar com a dor momentânea.
Essa técnica nos mostra que ao nos distanciar o suficiente do problema podemos analisar com mais precisão se de fato o problema é do tamanho que idealizamos.
Nomeie: “Isso ativou algo em mim.”
Quanto mais consciência, menos impulsividade.
Respiração profunda ativa o sistema nervoso parassimpático e acalma a reatividade.
Terapia, escrita emocional e autoconsciência ajudam a curar a ferida, e não só lidar com a dor momentânea.
Estudos em neurociência mostram que os gatilhos emocionais ativam a amígdala cerebral em menos de 200 milissegundos — mais rápido do que o tempo que levamos para piscar. É por isso que, muitas vezes, o corpo reage antes mesmo da mente entender o que aconteceu.
Além disso, pesquisas da Harvard Medical School apontam que memórias emocionais associadas a gatilhos podem permanecer armazenadas no cérebro por décadas, influenciando reações atuais mesmo que o evento original já tenha sido esquecido conscientemente.
Cuidando da sua saúde mental com acolhimento e ciência.
© 2025 AcalmaMente – Todos os direitos reservados.
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