Gatilhos Emocionais: Como Não Surtar Quando Algo Te Atinge

Você já reparou como, às vezes, uma palavra simples pode te desestabilizar? Basta alguém dizer “você é muito sensível” e, de repente, o corpo dispara: o coração acelera, a raiva aparece, a vontade de chorar vem sem aviso. Esses são os gatilhos emocionais — reações automáticas que parecem maiores do que a situação em si.

O curioso é que a ciência mostra que esses gatilhos acontecem em frações de segundo: pesquisas em Terapia Cognitivo-Comportamental revelam que pensamentos automáticos podem ser ativados em menos de 1 segundo, antes mesmo de termos consciência deles. É como se a mente “apertasse um botão escondido” e o corpo respondesse sozinho.

Entender esse processo não significa ser fraco ou “sensível demais” — significa que existe uma memória emocional sendo tocada. E quanto mais consciência você tiver sobre esses gatilhos, mais fácil será acolher o que sente e escolher como reagir.

O que são gatilhos emocionais?

São reações intensas e automáticas diante de situações que tocam feridas emocionais não resolvidas.
É como se o corpo e a mente reagissem a algo muito maior do que o momento atual.

Exemplos de gatilhos:

exemplo prático:

Você está discutindo algo simples com alguém e, de repente, ouve:

“Nossa, você é muito sensível.”
E então, você se fecha, sente raiva, vontade de chorar e mal consegue continuar a conversa.

Isso não é exagero. É um gatilho real ativado por algo que tocou uma dor profunda.

Como lidar com gatilhos sem se descontrolar?

  • S – Pare (stop)

  • T – Tome consciência do que está sentindo

  • O – Observe o impulso sem agir

  • P – Prossiga com calma e escolha

Essa técnica nos mostra que ao  nos distanciar o suficiente do problema podemos analisar com mais precisão se de fato o problema é do tamanho que idealizamos.

Nomeie: “Isso ativou algo em mim.”
Quanto mais consciência, menos impulsividade.

Respiração profunda ativa o sistema nervoso parassimpático e acalma a reatividade.

Terapia, escrita emocional e autoconsciência ajudam a curar a ferida, e não só lidar com a dor momentânea.

  • S – Pare (stop)

     

  • T – Tome consciência do que está sentindo

     

  • O – Observe o impulso sem agir

     

  • P – Prossiga com calma e escolha

Essa técnica nos mostra que ao  nos distanciar o suficiente do problema podemos analisar com mais precisão se de fato o problema é do tamanho que idealizamos.

Nomeie: “Isso ativou algo em mim.”
Quanto mais consciência, menos impulsividade.

Respiração profunda ativa o sistema nervoso parassimpático e acalma a reatividade.

Terapia, escrita emocional e autoconsciência ajudam a curar a ferida, e não só lidar com a dor momentânea.

curiosidade científica:

Estudos em neurociência mostram que os gatilhos emocionais ativam a amígdala cerebral em menos de 200 milissegundos — mais rápido do que o tempo que levamos para piscar. É por isso que, muitas vezes, o corpo reage antes mesmo da mente entender o que aconteceu.

Além disso, pesquisas da Harvard Medical School apontam que memórias emocionais associadas a gatilhos podem permanecer armazenadas no cérebro por décadas, influenciando reações atuais mesmo que o evento original já tenha sido esquecido conscientemente.

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