Síndrome do Impostor: Você se sabota sem perceber?

Você já sentiu que, por mais que se esforce, nunca é o suficiente?
Mesmo recebendo elogios ou tendo bons resultados, parece que uma voz interna diz: “Foi sorte. Logo vão descobrir que você não é tão bom assim.”

Se isso soa familiar, talvez você esteja lidando com a síndrome do impostor — um dos padrões emocionais mais silenciosos (e comuns) de autossabotagem.

O que é a síndrome do impostor?

É um padrão psicológico onde a pessoa duvida de suas conquistas e vive com medo de ser “descoberta” como uma fraude. Isso acontece mesmo com pessoas bem-sucedidas, competentes e dedicadas.

exemplo prático:

Imagine alguém que foi promovido no trabalho. Mesmo com dedicação, resultados e feedbacks positivos, essa pessoa sente que não merece estar ali. Quando recebe um elogio, responde com frases como:

“Ah, nem foi tudo isso.”
“Tive sorte. Foi um acaso.”

Essa pessoa não vê o próprio valor — e começa a se sabotar.

Por que isso acontece?

Geralmente, a síndrome do impostor nasce de:

Perfeccionismo exagerado

Comparação constante com outras pessoas

Ambientes críticos, como infância com cobranças excessivas

Medo de fracassar e ser julgado

Como romper esse ciclo?

Reconheça o padrão

O primeiro passo é perceber: “Isso é síndrome do impostor, não a verdade sobre mim.”

 Pare de diminuir suas conquistas

Toda vez que você for elogiado, agradeça. Não negue ou justifique.

 Crie um “arquivo de conquistas”

Anote suas vitórias, feedbacks positivos, metas alcançadas. Leia quando a dúvida aparecer.

 Use a técnica “E se...?”

Por que isso acontece?

Geralmente, a síndrome do impostor nasce de:

Perfeccionismo exagerado

Comparação constante com outras pessoas

Ambientes críticos, como infância com cobranças excessivas

Medo de fracassar e ser julgado

Como romper esse ciclo?

Reconheça o padrão

O primeiro passo é perceber: “Isso é síndrome do impostor, não a verdade sobre mim.”

 Pare de diminuir suas conquistas

Toda vez que você for elogiado, agradeça. Não negue ou justifique.

 Crie um “arquivo de conquistas”

Anote suas vitórias, feedbacks positivos, metas alcançadas. Leia quando a dúvida aparecer.

 Use a técnica “E se...?”

“E se eu realmente merecer esse reconhecimento?”
“E se eu for tão competente quanto os outros veem?”

Essa simples inversão abre espaço para a autovalidação.

curiosidade científica:

A síndrome do impostor foi descrita pela primeira vez em 1978 pelas psicólogas Pauline Clance e Suzanne Imes. Estudos recentes mostram que cerca de 70% das pessoas já sentiram esse padrão de pensamento ao menos uma vez na vida — incluindo CEOs, artistas e acadêmicos.

Um estudo publicado na Frontiers in Psychology (2019) revelou que pessoas com síndrome do impostor apresentam maior atividade na amígdala cerebral, região ligada ao medo e à autocrítica.

E o mais curioso: essa hiperatividade ocorre mesmo quando recebem elogios ou reconhecimentos positivos. O cérebro interpreta o sucesso como ameaça em vez de conquista, mantendo a sensação de “fraude” mesmo diante de provas contrárias.

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