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Você já sentiu que, por mais que se esforce, nunca é o suficiente?
Mesmo recebendo elogios ou tendo bons resultados, parece que uma voz interna diz: “Foi sorte. Logo vão descobrir que você não é tão bom assim.”
Se isso soa familiar, talvez você esteja lidando com a síndrome do impostor — um dos padrões emocionais mais silenciosos (e comuns) de autossabotagem.
É um padrão psicológico onde a pessoa duvida de suas conquistas e vive com medo de ser “descoberta” como uma fraude. Isso acontece mesmo com pessoas bem-sucedidas, competentes e dedicadas.
Imagine alguém que foi promovido no trabalho. Mesmo com dedicação, resultados e feedbacks positivos, essa pessoa sente que não merece estar ali. Quando recebe um elogio, responde com frases como:
“Ah, nem foi tudo isso.”
“Tive sorte. Foi um acaso.”
Essa pessoa não vê o próprio valor — e começa a se sabotar.
Geralmente, a síndrome do impostor nasce de:
Perfeccionismo exagerado
Comparação constante com outras pessoas
Ambientes críticos, como infância com cobranças excessivas
Medo de fracassar e ser julgado
O primeiro passo é perceber: “Isso é síndrome do impostor, não a verdade sobre mim.”
Toda vez que você for elogiado, agradeça. Não negue ou justifique.
Anote suas vitórias, feedbacks positivos, metas alcançadas. Leia quando a dúvida aparecer.
Geralmente, a síndrome do impostor nasce de:
Perfeccionismo exagerado
Comparação constante com outras pessoas
Ambientes críticos, como infância com cobranças excessivas
Medo de fracassar e ser julgado
O primeiro passo é perceber: “Isso é síndrome do impostor, não a verdade sobre mim.”
Toda vez que você for elogiado, agradeça. Não negue ou justifique.
Anote suas vitórias, feedbacks positivos, metas alcançadas. Leia quando a dúvida aparecer.
“E se eu realmente merecer esse reconhecimento?”
“E se eu for tão competente quanto os outros veem?”
Essa simples inversão abre espaço para a autovalidação.
A síndrome do impostor foi descrita pela primeira vez em 1978 pelas psicólogas Pauline Clance e Suzanne Imes. Estudos recentes mostram que cerca de 70% das pessoas já sentiram esse padrão de pensamento ao menos uma vez na vida — incluindo CEOs, artistas e acadêmicos.
Um estudo publicado na Frontiers in Psychology (2019) revelou que pessoas com síndrome do impostor apresentam maior atividade na amígdala cerebral, região ligada ao medo e à autocrítica.
E o mais curioso: essa hiperatividade ocorre mesmo quando recebem elogios ou reconhecimentos positivos. O cérebro interpreta o sucesso como ameaça em vez de conquista, mantendo a sensação de “fraude” mesmo diante de provas contrárias.
Cuidando da sua saúde mental com acolhimento e ciência.
© 2025 AcalmaMente – Todos os direitos reservados.
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